A deputada estadual é uma representante eleita pela população de um Estado para exercer mandato no Poder Legislativo estadual. Entre suas principais atribuições estão a elaboração e discussão de leis estaduais, a fiscalização das ações do governo, a participação na definição do orçamento público e a representação das demandas da população. Em São Paulo, as deputadas estaduais exercem essas funções na Assembleia Legislativa do Estado.
A deputada estadual representa os cidadãos de seu Estado nas decisões que estão dentro da competência do Poder Legislativo estadual. Seu trabalho está relacionado a questões que afetam diretamente a vida da população, como educação, saúde, segurança pública, infraestrutura, assistência social, meio ambiente e desenvolvimento econômico.
O cargo é diferente do de vereadora, que atua no âmbito municipal, e do de deputada federal, que exerce suas funções no âmbito da União. A deputada estadual participa das decisões e da fiscalização relacionadas às políticas e aos recursos do Estado.
A participação das mulheres na política brasileira aumentou ao longo das últimas décadas, mas ainda existe uma diferença significativa entre a presença feminina na população e sua representação nos espaços de poder. As mulheres representam 52,65% do eleitorado brasileiro, enquanto, nas Eleições 2026, correspondem a 34,85% do total de candidaturas registradas no país.
Em outras palavras, as mulheres são maioria entre os eleitores, mas representam aproximadamente um terço das pessoas que disputam cargos eletivos. A ampliação da participação feminina nas eleições é, portanto, um dos aspectos importantes do debate sobre representatividade política no Brasil.
A presença feminina também permanece menor que a masculina no Poder Legislativo. Nas eleições para as Assembleias Legislativas realizadas em 2022, as mulheres conquistaram 18,04% das cadeiras no conjunto dos Estados e do Distrito Federal.
Os números mostram uma diferença entre participar da disputa eleitoral e conquistar uma cadeira no Legislativo. Embora as mulheres representem cerca de um terço das candidaturas, sua participação entre os parlamentares eleitos ainda é proporcionalmente menor.
São Paulo acompanha o movimento de crescimento da participação feminina na política brasileira, mas a representação das mulheres ainda está distante da paridade. No primeiro levantamento divulgado pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo para as Eleições 2026, havia 844 mulheres entre 2.549 pedidos de registro de candidatura, aproximadamente 33,1% do total.
A participação feminina nas eleições paulistas, portanto, permanece próxima de um terço das candidaturas. Entre os cargos em disputa estão as vagas para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, que serão definidas pelos eleitores nas eleições de 2026.
A presença de mulheres nas eleições para os Legislativos estaduais vem crescendo, mas de maneira gradual. No Brasil, entre as candidaturas a deputada estadual, a participação feminina passou de 29,1% em 2014 para 31,1% em 2018 e 33,1% em 2022.
O crescimento do número de candidatas é um indicador importante, mas não significa, necessariamente, que a representação feminina nas Assembleias avance na mesma proporção. A quantidade de mulheres efetivamente eleitas continua sendo significativamente menor.
A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) possui 94 cadeiras. Na atual legislatura, iniciada em 2023, 25 são ocupadas por mulheres, o equivalente a 26,6% do total, enquanto os homens ocupam 69 cadeiras, ou 73,4%.
Apesar da diferença, as 25 deputadas representam o maior número de mulheres já eleito para a Assembleia Legislativa paulista. O resultado de 2022 superou o recorde anterior, de 19 deputadas eleitas em 2018.
A presença das mulheres na Assembleia Legislativa de São Paulo passou por diferentes momentos ao longo da história. Depois das primeiras participações femininas no Legislativo paulista, o número de deputadas permaneceu durante décadas em patamares relativamente baixos.
O crescimento mais expressivo ocorreu a partir de 2018. O número de mulheres eleitas passou de 7 deputadas em 2014 para 19 em 2018 e 25 em 2022. Assim, em oito anos, a quantidade de deputadas na ALESP mais que triplicou.
Na atual legislatura, as mulheres ocupam 26,6% das cadeiras da ALESP, enquanto os homens ocupam 73,4%. Isso significa que, para cada deputada estadual, existem aproximadamente 2,8 deputados estaduais homens.
Mesmo tendo alcançado seu maior número histórico de deputadas, São Paulo ainda apresenta uma representação feminina inferior à masculina no Legislativo estadual.
Ano da eleição | Mulheres eleitas |
1994 | 11 |
1998 | 17 |
2002 | 10 |
2006 | 11 |
2010 | 10 |
2014 | 7 |
2018 | 19 |
2022 | 25 |
As Eleições 2026 colocam novamente a participação feminina no centro do debate sobre representação política. São Paulo possui 94 vagas para deputado estadual e, no levantamento oficial divulgado pelo TRE-SP em 17 de agosto, havia 1.396 pedidos de registro de candidatura para o cargo.
O número de candidaturas é muito superior ao de vagas disponíveis. Entre os candidatos estão homens e mulheres de diferentes partidos e federações, que disputam a preferência dos eleitores paulistas pelo sistema proporcional.
A quantidade exata de candidatas a deputada estadual pode variar durante o processo de análise dos registros pela Justiça Eleitoral. Por isso, a relação oficial deve ser consultada no sistema DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral.
Mais do que o número absoluto de candidatas, a eleição de 2026 representa uma nova oportunidade para ampliar a presença feminina nas 94 cadeiras da Assembleia Legislativa de São Paulo. Na legislatura atual, as mulheres ocupam 25 cadeiras, o equivalente a 26,6% do Parlamento paulista.
Entre as mulheres que disputam uma vaga de deputada estadual por São Paulo em 2026 está Rita Passos, candidata pelo PSD, com o número 55510. Rita possui experiência anterior no cargo: foi eleita deputada estadual por São Paulo e exerceu três mandatos na Assembleia Legislativa.
Rita Passos exerceu três mandatos como deputada estadual e desenvolveu, durante sua trajetória pública, atuação em áreas como assistência social, idosos, adoção, educação, meio ambiente e inclusão. Antes e depois de sua passagem pelo Legislativo, também ocupou funções na administração pública, incluindo a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social de São Paulo e a Secretaria Nacional de Inclusão Social e Produtiva Urbana.
Em 2026, Rita Passos concorre novamente ao cargo de deputada estadual por São Paulo, pelo PSD, com o número 55510. Sua candidatura faz parte do conjunto de candidaturas que disputam as 94 vagas da Assembleia Legislativa paulista.
Rita Passos, além de experiência executiva e parlamentar, é pedagoga e empresária e possui trajetória na administração pública e na área social. Foi primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade de Itu, secretária estadual de Desenvolvimento Social de São Paulo e secretária nacional de Inclusão Social e Produtiva Urbana.
Conheça a trajetória, as propostas e a atuação de Rita Passos em seu site oficial.